- janeiro 16, 2016
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Hoje 15/Jan, comemora-se é o #dia do compositor...
Quem nunca sentiu emoção ao ouvir tocar a sua música preferia? Pois é, graças aos compositores há um mercado diverso de músicas. Há musicas para se alegrar, para relaxar, enfim há para todos os gostos.
- janeiro 15, 2016
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Reciclagem é hoje a forma mais fácil de ensinar educação ambiental às crianças. Principalmente, porque isso faz parte da rotina escolar já na educação infantil e deve continuar em casa. Assim, aprender a descartar o que a família consome diretamente pode ser uma lição tão preciosa e cotidiana para o futuro das crianças – e dos adultos! – quanto fazer a cama e arrumar o quarto.
Segundo Fabrício França, diretor do Instituto Triângulo, que promove ações de conscientização ambiental, o mais importante em separar o lixo é entender as consequências positivas que isso traz. “Quando encaminhamos o lixo seco para a reciclagem, garantimos que menos recursos naturais sejam extraídos para a fabricação e outros produtos”, explica. “Também geramos emprego e renda em cooperativas e ONGs, auxiliando um novo mercado de trabalho formado por cidadãos com menos oportunidades.” Por isso, reunimos aqui 9 dicas de especialistas para ajudar você a incorporar a coleta seletiva na rotina da casa e envolver as crianças, que vão adorar participar:
1. Separe o lixo seco e úmido. Para facilitar o processo, não é necessário separar o lixo em papel, plástico, vidro, alumínio, não-recicláveis e orgânicos. “Um cesto grande para secos e um menor para úmidos é o suficiente”, diz Rizpah Besen, coordenadora de comunicação do Instituto 5 Elementos, ONG que trabalha com educação ambiental para crianças e jovens em parceria com escolas. “Não há necessidade de dividir em tipos, porque isso depois vai passar por uma triagem e ser separado novamente”, explica.
2. Não esqueça de passar água nos materiais recicláveis para retirar resíduos, evitar contaminação e odor forte. “Algumas embalagens como a caixinha de leite precisam passar por uma limpeza simples. Encha-as de água e aperte até sair todo o líquido”, descreve França, do Instituto Triângulo. Não precisa lavar os materiais com muita água, afinal, economizar água faz parte do processo de sustentabilidade. “Uma dica é deixar os recicláveis dentro da pia na hora de lavar a louça. Assim, a água vai caindo a água e eles vão sendo lavados e enxaguados”, sugere.
3. Na hora de descartar, armazene os materiais adequadamente para economizar espaço e facilitar o transporte. “Para resíduos de papel, jornal, revista, folhetos e papelão, faça um malote amarrado de cada tipo. Para garrafas Pet, retire o ar, amassando e fechando com a tampa”, diz Marco Aurélio Seguette, representante da Compam, organização que recolhe recicláveis de empresas. Além disso, é mais seguro utilizar apenas caixas, e não sacos plásticos, para armazenar e transportar vidro.
4. Inclua na lista de compras alguns produtos responsáveis. “Colaborar com a reciclagem também significa escolher produtos mais sustentáveis, especialmente sob o ponto de vista da embalagem”, lembra Seguette, do Compam. Sim, eles são mais caros, mas vale o investimento. Trocar um detergente normal por um sustentável já é uma conquista para o ambiente.
5. Descarte pilhas, baterias, aparelhos eletrônicos e lâmpadas em lugares específicos. Quando jogados no lixo comum, eles demoram muito tempo para se decompor e liberam elementos tóxicos que contaminam os solos. Confira alguns locais de coleta no site da ONG Cempre
6. Cuidado ao descartar o óleo de cozinha. Se ele escorre pelo ralo impossibilita o tratamento da água que vai para o esgoto. O Instituto Triângulo orienta que você espere o óleo, que não será mais usado, esfriar. Então, use um funil para armazená-lo em garrafa PET e descarte a garrafa. Encontre a central coletora mais próxima em aqui.
7. O que não vira lixo, como isopor, adesivos, guardanapos, papel higiênico, plásticos laminados, deve ser separado dos orgânicos. Em um aterro sanitário moderno, é transformado em energia.
8. Não sabe para onde levar o lixo reciclável? Informe-se na prefeitura de sua cidade se o seu bairro e município possuem coleta seletiva municipal. Nesses casos, existem regras a serem respeitadas, como dia certo para a coleta e às vezes a cor do saco plástico. O mesmo acontece em condomínios e prédios. Algumas redes de supermercados e lojas recebem recicláveis, com o inconveniente de ter que levar os materiais ao local. Outra opção é doar diretamente para cooperativas (veja uma próxima de seu bairro e município aqui.
9. Além de separar o material orgânico, você pode montar uma composteira, que transforma o lixo em adubo para plantas em poucas semanas. Se mora em apartamento, é só adaptar o tamanho.
Fontes e sugestões
- janeiro 14, 2016
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IMAGEM: comoeconomizar.net
Reduzir as necessidades de climatizaçãoAntes de ligar o seu sistema de climatização deve tentar tirar proveito dos elementos de construção da sua casa de forma a reduzir as necessidades de aquecimento/arrefecimento:No Verão, baixar os estores para que o sol não incida nos envidraçados, reduzindo significativamente o aquecimento da habitação; No Inverno, deixar os estores levantados para que o sol incida nos envidraçados e aqueça a habitação durante o dia. Caso existam grandes entradas de ar, através das frinchas das portas ou janelas, estas terão uma grande influência na temperatura interior da casa. Para colmatar a situação, é importante calafetar devidamente estas áreas, sem no entanto esquecer que nas portas e janelas existem zonas propositadamente criadas para a entrada de ar, essenciais à renovação do ar interior. Contudo, estas entradas de ar preparadas têm que ser discretas, isto é, não se deve sentir a sua existência. Caso se proceda à calafetagem das janelas, convém assegurar uma renovação mínima do ar de 2 em 2 dias, de modo a manter a qualidade do ar interior. Na página da construção sustentável está disponível mais informação sobre como actuar na componente construtiva de forma a reduzir as necessidades de climatização. Regulação da temperatura Muitas vezes para conseguir um ambiente mais confortável em casa, muitas pessoas regulam os sistemas de climatização para temperaturas muito elevadas no Inverno e baixas no Verão. Estas situações conduzem a que, por vezes, se tenham que abrir as janelas para compensar a temperatura extrema da divisão ou então que se utilizem roupas que não são adequadas à estação do ano. Quando a temperatura numa divisão se torna muito elevada ou muito baixa devido ao funcionamento de um sistema de climatização estamos perante um desperdício de energia muito significativo. Esta situação pode ser facilmente evitada regulando o termóstato para uma temperatura que aqueça a divisão o suficiente para garantir um ambiente estável e confortável e complementar com roupa adequada à altura do ano. Evita-se assim ter de ligar e desligar os aparelhos para compensar situações de aquecimento/arrefecimento excessivo, que implicam maior consumo. Sistemas que irradiam calor depois de desligados Quem utiliza equipamentos que irradiam calor mesmo depois de serem desligados, pode poupar energia se os desligar algum tempo antes de sair da divisão, pois o calor irradiado continuará a aquecer o espaço. É o caso, por exemplo, dos irradiadores a óleo, das lareiras e dos sistemas a pellets. Aquecimento de divisões durante a noite No Inverno, é muito comum deixar um aquecedor ligado durante a noite, principalmente no quarto de bebés e crianças. Nestas situações, deve-se ter em atenção que os sistemas de aquecimento contribuem para uma ligeira degradação da qualidade do ar do quarto, conduzindo à secura das vias respiratórias. Para minimizar esse efeito deve regular o aquecimento para uma temperatura muito baixa (o suficiente para o quarto não estar frio) e instalar um temporizador, programando o aquecedor para ligar de meia em meia hora durante apenas cinco minutos, por exemplo. Não só se reduz a degradação da qualidade do ar do quarto e o consumo de energia, como se mantém o conforto térmico do quarto. Já em quartos de adultos, o ideal é programar o temporizador para ligar meia hora ou uma hora antes de acordar, evitando mantê-lo ligado toda a noite e conseguindo uma boa temperatura ao levantar. O nível de temperatura do aquecedor não deve ser muito elevado para também não sentir uma diferença significativa ao passar do quarto para as outras divisões.
O aquecimento central é hoje uma opção bastante utilizada na climatização doméstica e também aqui se pode actuar no sentido de reduzir o desperdício de energia. Para quem tenha radiadores em paredes exteriores, deve protegê-los com material reflector, colocando-o entre a parede e o radiador. Estarão assim a reduzir as perdas de calor para o exterior e o consumo que seria necessário em aquecimento para atingir a temperatura desejada.
Contudo, não se deve utilizar um qualquer material reflector, pois as soluções “caseiras” não são seguras nem fiáveis, podendo aquecer em demasia e provocar danos. Mas já existem materiais próprios para o efeito à venda nas grandes superfícies e hipermercados e também através da Internet. Trata-se de uma película de alumínio com revestimento térmico de polietileno que se coloca atrás do radiador e reflecte o calor para não haver desperdício de energia. O preço é bastante acessível e pode ainda recortar-se à medida e fixar com fitas adesivas também incluídas. Não menos importante é aspirar regularmente os ventiladores e radiadores, para reduzir a camada de pó e optimizar quer o seu funcionamento quer a qualidade do ar interior durante o mesmo. Mudar e limpar os filtros com regularidade ajuda também a aumentar a eficiência do sistema de aquecimento central, principalmente nos meses de maior uso e/ou se existirem animais de estimação, pois os seus pêlos prejudicam o bom funcionamento dos aparelhos. Ainda dentro da manutenção, é recomendado fazer revisões periódicas ao sistema, não só para melhorar a sua eficiência mas também para prolongar a vida do equipamento. Caso se pretenda ter toda a casa aquecida em simultâneo, o melhor é regular os aparelhos das divisões não utilizadas para uma temperatura ligeiramente inferior às divisões que estão ocupadas no momento. Desta forma, não se sentirão grandes diferenças de temperatura entre os vários espaços da casa e o consumo energético corresponderá às necessidades reais de aquecimento. Em divisões com vários equipamentos electrónicos a funcionar em simultâneo, como um escritório, é também importante ter em consideração o aquecimento provocado por estes aparelhos. Por um lado, diminuem a necessidade de um aquecimento a temperaturas tão altas e, por outro, aumentam a necessidade de renovar o ar com regularidade. Ar condicionado Seja para aquecimento ou arrefecimento, os aparelhos de ar condicionado devem estar devidamente dimensionados para a área da casa que vão climatizar. Enquanto o aparelho estiver ligado, as portas e janelas devem estar fechadas para evitar a entrada de ar quente ou frio no interior e obrigar o equipamento a trabalhar mais para compensar este aumento da temperatura interior. Nas horas de menor calor/frio, deve-se aproveitar para fazer a renovação do ar interior. Se o aparelho de ar condicionado tiver uma unidade exterior, esta deve estar num local onde não incida a luz solar directa. Por outro lado, esta unidade também não deve situar-se muito longe da unidade interior, uma vez que quanto maior for a distância entre as duas maior vai ser o consumo de energia. Se deixa sistematicamente o ar condicionado ligado por esquecimento, a solução é instalar um temporizador. Inclusive, se optar por um modelo mais avançado, é possível programá-lo para ligar/desligar em alturas específicas, como por exemplo ligar um pouco antes de chegar a casa. Ligue o ar condicionado somente nas divisões onde prevê estar, e apenas pelo tempo necessário, desligando-o um pouco antes de deixar a divisão. Regule o termóstato para uma temperatura que lhe dê o conforto mínimo pretendido, em vez de arrefecer/aquecer excessivamente a divisão. Cada grau de diferença para arrefecer ou aquecer a divisão implica um aumento significativo no consumo de energia. Efectue revisões periódicas ao sistema de ar condicionado, verificando o líquido refrigerador, os filtros e as bobinas. Aumenta a sua eficiência, prolonga a vida do sistema e mantém a boa qualidade do ar interior.
Fonte: ecocasa.pt
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- janeiro 06, 2016
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